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Sindrome de Down - Perspectivas de um novo mundo
Perspectivas promissoras para um bom desenvolvimento da Síndrome de Down
No sec XIX, John Legdon Down , ficou encarregado de uma clinica que crianças
que apresentavam dificiencia mental em uma região de Londres

Ali teve a oportunidade de estudar diversos sintomas dos pacientes e em 1862, registrou um caso de uma criança que se apresentava com baixa estatura, dedos curtos e pálpebras atípicas. Este foi o primeiro caso de uma doença que seria descrita com o nome de Down, o primeiro a descrevê-la.

Por muitos anos as crianças com a trissomia do cromossomo 21 (em 1959 um pediatra francês, Jerome Lejeune foi quem associou a síndrome ao cromossomo 21) foram consideradas retardadas e incapazes de viver uma vida normal. Mais recentemente Psicólogos e médicos começaram a estudar melhor os quadros e hoje em dia temos a possibilidade de que estas crianças possam assumir uma perspectiva melhor da vida .

Com cuidados e educação personalizada desde cedo, crianças com a síndrome de Down tem mais chances de crescer como indivíduos independentes, criativos e sociais.

Problemas nas juntas, visão, tireóide, alem de alterações especificas na pele e problemas no coração, se tornavam um problema especifico no desenvolvimento delas, e hoje em dia sabemos que bem orientadas e com uma ajuda especifica de seus pais e tutores certamente podem viver uma vida sem intercorrencias.


Os estudos recentes dos cromossomos humanos no Projeto do Genoma Humano, foi confirmado que neste cromossomo 21 estão tanto os genes causadores da Síndrome de Down como também a Doença de Alzheimer. Neurologistas já haviam aventado a relação entre os dois distúrbios, pois ambos envolvem uma produção inadequada do neurotransmissor acetilcolina. Foi estudado que provavelmente um defeito na utilização de oxigênio tornaria o corpo mais sensível a presença dos radicais livres, e que por sua vez prejudicariam as células, influenciando tanto para a Síndrome de Down como a doença de Alzheimer.

Em 2004 os pesquisadores Guilherme Neves e Andrew Chess, no centro de pesquisa sobre Genética Humana do Hospital Geral de Massachusetts, estudaram um gene denominado DSCAM (Molécula de adesão celular da Síndrome de Down) que parece conferir a toda célula nervosa uma identidade única durante o desenvolvimento uterino assegurando que cada célula se localize no lugar certo do corpo e do cérebro. A hipótese dos pesquisadores e que uma versão diferente desse gene talvez afete os humanos de forma similar.

Em nosso trabalho sentimos que o importante não são só os nove meses de gestação intra-uterina que influenciam o desenvolvimento, mas os seguintes 24 meses extra-uterinos, nos quais a existe já uma informação exterior que pode moldar de forma mais adequada o padrão das crianças. Temos certeza que o trabalho de limpeza que o cérebro executa esta vinculado a um trabalho constante e não será terminado poucos meses após o nascimento.
As crianças nascem e não tem a visão, que só vai se formar após quatro meses de vida se a mesma for alimentada pelo leite materno ou por um outro substituto que só agora começo a ser comercializado. As funções renais, o sistema de defesa, o sistema cardíaco, o conhecimento de como e ser realmente uma pessoa pronta para a vida acontece quando a criança faz dois anos. Desta forma fica muito mais fácil entender que não e simplesmente uma avaliação terminal checando quais as vias do nosso sistema nervoso estão em curto e, portanto devem ser eliminadas, mas um trabalho constante de adequação ao meio ambiente.

Desde o nascimento (nove meses intra-uterinos) as crianças passam pelas mesmas fases de desenvolvimento das outras crianças . Na nossa experiência sabemos que o desenvolvimentos especifico varia de criança a criança e sabemos que os pais destas crianças certamente teram surpresas agradáveis.

Todos os trabalhos de desenvolvimento especifico como a habilidade de lidar com números e figuras pode ser mais difícil porem acreditar que conceitos lingüísticos com igual e diferente ou mais ou menos deve ser analisado em conjunto com aquilo que os pais e educadores podem fazer.

Os trabalhos de Wolfgang Jantsen, pesquisador de educação especial na Alemanha, Universidade de Bremen, realizou testes de noções espaciais com portadores de Down com 11 anos, notou que as ordens de - por o circulo amarelo na frente do quadrado azul – saiam muito bem, igual aos jovens normais. Dificuldades na evolução ou com outras determinações em conjunto ficavam difíceis, porem será que a motivação não seria uma forma de evoluir?

No campo da psicologia aprende-se quão importante e saber o grau de desenvolvimento especifico de cada criança e a partir daí dar tudo o que se necessita para cada vez mais desenvolvermos os caminhos adequados na formação. Os pais e os educadores devem a partir daí continuar desenvolvendo-se mais e mais abertos ao novo mundo.

Ao pais são fundamentais, quanto mais prestativos, mais educadores, mais tranqüilos e serenos sejam, mais as crianças vão aprender e serem mais felizes. Se os pais forem mais insensíveis, mais as crianças sofreram.

Mães controladoras – filhos inseguros

Mães afastadas – filhos deslocados

A educação fornece jogos que podem ajudar em muito uma criança a se comportar. mais adequadamente. Crianças colocadas juntos com grãos de feijão em relação ao seu corpo ficavam mais seguras (o feijão envolvia a criança ate a sua barriga e dava sensação de segurança).

Para lidar com crianças com Síndrome de Down todos nos devemos tomar cuidado em não demonstrar a preocupação. Os jovens com Down não sofrem com estas preocupações, porem sofrem com as altas exigências colocadas no ambiente em que vivem.

Hoje em dia os jovens com Down estão cada vez mais adaptados ao nosso mundo e certamente poderemos ter os mesmos cursando uma faculdade.

São muito originais e criativos e prescisam só de um estimulo ou incentivo para que estas imagens fiquem verdadeiras.

Se as pessoas a sua volta lidam com elas de forma apropriada, certamente estas crianças aprenderam certamente a escolher o que querem do que não querem.

Nos dias atuais a incidência de Down neste pais esta por volta de 1/600 nascimentos principalmente com o nascimento tardio de um primeiro filho (mães com mais de 35 anos), e a expectativa maior de sobrevida .
No Brasil ainda estamos atrás dos maiores centros do mundo como a Inglaterra, os EUA e a Espanha que há mais de 10 anos vem tendo um apoio no contexto social mais importante que nos.

As mesmas diversidades de talentos e ambições que existe em uma pessoa normal esta também nas pessoas com Down e isto e um fator importante no equilíbrio da doença.

As defasagens de ensino estão pouco a pouco sendo vencidas e nas escolas já se encontram crianças com Down sendo tratados normalmente com crianças normais.

A melhor maneira de incentivá-los e interagir com eles de modo vivido e estimular sua criatividade.
Dr. M.Zaba - 2601 4199 - 3287 6112
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